sábado, 18 de julho de 2015

Quando bater eu abro!



E segue o rio, águas doce e salgadas um encontro de duelos entre dar e receber, fazendo o possível
para ser acessível, porque mesmo pergunto?
Abro a porta, nem todos querem entrar, se as fecho ficam a especular. Quanto mas divididos, sem ação, sem realizar.
Somos escolhas, num labirinto de imagens que criamos, de expectativas que alimentamos, de verdades que provamos e de nãos que rejeitamos.
Assim diante do inesperado, sonhos se desfaz em nuvens coloridas de possibilidades, novas escolhas.
Seguir  passos lentos, correndo, talvez ainda não chegue ao misterioso voo, águias livres, nômades, sem fronteiras. A liberdade de deixar viver quem se É, pois nada é infinito, tudo podemos, quando movidos pelo fogo que arde pela vida, transmutando as cinzas.
 
Estais diante dum espelho o que ele te diz: verdades, mentiras, silêncio!
Encontra aquele que busca, que bate á porta!
Fecho, então só abro a quem bater!

Reflexos...

E assim as pessoas continua a fazer o sempre fizeram, sem se permitir arriscar no novo, desconhecido em busca de si mesmo ou mesmo encontrando-se nos outros todos, menos em si.
Fugir dos mistérios, do poder da sua Presença, e tudo que é assumir seu profundo mar inconsciente, que leva ao oceano de possibilidades distintas.
Alguns preferem simplesmente serem iguais no sentido de normais dentro dos padrões sociais, religiosos e sociais, permitidos, pelo mesmo sistema que os condenam a mesmice.
Talvez um dia, uma hora quem sabe, voltem a serem homens e mulheres